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26 de junho de 2009

Procedimento em Caso de Acidente de Trabalho com Exposição à Material Biológico

Procedimento em:

    Acidentes de trabalho com exposição à material biologico
Exposição a sangue e outros materiais biológicos potencialmente contaminados com mais de 20 agentes patogênicos entre eles tuberculose, herpes, rubéola... HIV, hepatites B e C e/ou Sífilis relacionados diretamente a perfurocortantes.


    Acidentes de trabalho com exposição a sangue e outros fluidos entre todos os que trabalham na área de saúde, incluindo os profissionais da área da tatuagem e do Body Piercing devem ser tratados como emergência médica, uma vez que, para obter melhor eficácia, as intervenções para a profilaxia da infecção pelo HIV e hepatite B necessitam ser iniciadas logo após a ocorrência do acidente.

Cuidados imediatos com a área exposta:
  • Em exposições cutâneas e percutâneas (acidente mecânico com exposição biológica), lavar com água e sabão. Apesar do uso de soluções anti-sépticas degermantes não comprovarem eficácia é valido o uso. Não se recomenda espremer o local perfurado por aumentar a área de contato.
  • Em caso de exposição em mucosas, lavar com abundancia com água e sabão ou soro fisiológico (solução salina fisiológica).
  • Importante: Procedimentos que aumentam à área exposta (cortes) a utilização de soluções irritantes com glutatoldeído, hipoclorito, éter, ácido paracético são contra indicados. Assim como o uso de esponjas ou outros materiais após o acidente, na hora de lavar as mãos por poderem escarificar na pele.
  • Buscar atendimento imediato
  • Munido dos documentos de identidade (RG, CPF), cartão do SUS, carteira de vacinação e ficha de anamnese ou do próprio cliente (paciente fonte) de preferência. Procurar a portaria e na seqüencia o ambulatório do hospital referencia em infectologia mais próximo, em Florianópolis é o Hospital Nereu Ramos e em São Paulo é o Instituto Emilio Ribas.
  • O Ministério da Saúde através do Programa Nacional de DST/AIDS, recomendam que as pessoas que sofrem exposições ocupacionais ao HIV recebam quimioprofilaxia de preferência até 2 horas após o acidente ocupacional, nos casos de Hepatite B deverão receber a Imunoglobulina e a Vacinação preferencialmente em 48 horas ou até 7 dias após o acidente, e a necessidade de controle laboratorial e profilático aos profissionais acidentados. Devendo durar 4 semanas até o resultado da sorolgia do paciente fonte. A indicação do uso de antiretrovirais deve ser cautelosa, afim de evitar o uso inadequado dos mesmos, com risco de efeitos colaterais importantes para o profissional.
  • No atendimento será avaliado:
  • Tipo de exposição e o tipo de material biologico envolvido.
  • Avaliação de informações epidemiológicas, clínica e sorológicas do paciente fonte, quando conhecido. A demora dos resultados não deve ser motivo para o atraso nas medidas profiláticas. Para exposições envolvendo paciente fonte desconhecido (materiais como agulhas no lixo, limpeza de pinças e tesouras). Será feita coleta de amostra de sangue para exames (dados epidemiológicos) para avaliar a possibilidade de infecção quanto a HIV, HBV, HCV e Sífilis. Agulhas descartadas não devem ser levadas para testes de contaminação viral.
  • Sua avaliação (Profissional do estúdio)- será investigada clinica e epidemiológica essas infecções veiculadas pelo sangue (HIV, HBV, HCV) e também a imunidade relacionada ao vírus da hepatite B (vacinação prévia, esquema de vacinação utilizado, determinação da resposta vacinal). Todos os profissionais de saúde incluindo tatuadores e perfuradores corporais têm que manter suas vacinas em dia incluindo tétano e hepatite B.
  • Será feito um registro de acidente de trabalho o SINAN: SISTEMA DE INFORMAÇÃO DE AGRAVOS DE NOTIFICAÇÃO ACIDENTE DE TRABALHO COM EXPOSIÇÃO À MATERIAL BIOLÓGICO.
  • Decisão das recomendações:
  • Medidas de prevenção pós-exposição para hepatite B- vacina e gamaglobulina hiperimune
  • Medidas de prevenção pós-exposição para HIV- medicamentos anti-retrovirais
  • Acompanhamento clínico e epidemiológico para HIV, HBV, HCV e Sífilis.
  • Lembra-se que até o momento não há medida profilática contra a hepatite C. Os profissionais potencialmente expostos a esse vírus deverão der acompanhados clínico e laboratorialmente. Caso o profissional se contamine pode vir a ser indicado o tratamento precoce da infecção.
  • É importante ressaltar que as medidas profiláticas pós-exposição não são totalmente eficazes. Assim a prevenção é a medida mais eficaz para evitar a transmissão do HIV e dos vírus da hepatite B e C. Ações educativas permanentes e medidas de proteção individual e coletivas, noções e cumprimento da NR32 são fundamentais. MAIORES INFORMAÇÕES EM WWW.CIADOPIERCING.COM
PRINCIPAIS FONTES DE INFORMAÇÃO


Hospital Nereu Ramos – Florianópolis SC


WWW.RISCOBIOLOGICO.ORG

fonte principal : www.riscobiologico.org 


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